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Giordana Cenccini
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A CULPA NÃO É MINHA!
Informações
Primeira aparição

Aventura 1 - O Grande Grimório

Atriz/Ator Correspondente

Bryce Dallas Howard

Contraparte real

Claire Dearing (Jurassic World)

Jogador(a)

Juliana

Nome alternativo

Dana (apelido)

Características
Gênero

Feminino

Raça

Humano
Vampiro

Estilo de Luta

Artes Marciais

Ocupação

Bruxa

Relações

Alucard
Jonathan (ex noivo)
Vittore (ex marido)
Alana
Merlin(tutor e amigo)
Dante ✝ (amigo)
Nixie (amiga)
Rüb (filha adotiva)
Sonja (filha)
Dante (filho)
Phil (Aliado)

Aparência
Idade

33 anos

Altura

1,70 m

Peso

72 kg

Busto-Cintura-Quadril

89-61-91 (34B)

Cabelos

Ruivo natural

Olhos

Verdes

Pele

Caucasiano

Visão GeralEditar

Giordana Cenccini, Dana para os íntimos, foi uma personagem jogadora, humana, depois bruxa e por fim, vampira. Giordana era uma mulher completamente normal, com hábitos comuns e vida rotineira, até que descobre segredos sobre seu passado e também futuro, fazendo com que sua vida fique completamente desorganizada e confusa.

AparênciaEditar

Dana passou por algumas modificações em sua aparência com o passar dos longos três anos; Dana era uma mulher atraente, de classe e postura, mas também teve seus dias ruins, onde teve quase toda sua pele queimada, e se não fosse pela magia para ajuda-la, sofreria mais com essa condição.

Dana é ruiva natural. Sempre gostou de manter seu corte de cabelo chanel e franja reta. Tentava manter os fios sempre alinhados com sua face branca de pouca maquiagem e cheia de sardas no nariz e bochechas. Acabou deixando seu cabelo crescer em algumas ocasiões, mas sempre que podia mantinha sua aparência de sempre, que ela fazia questão de manter intacta, mas depois isso só foi possível usando magia.

RoupasEditar

Dana sempre foi muito clássica, preferindo usar saias longas, abaixo dos joelhos, blazers ou blusas de seda. Não trocava seus Scarpins por nada. Além de optar sempre por roupas claras. Porém, com o passar do tempo, se viu obrigada a deixar seus saltos de lado e dar lugar a botas. Começou a usar mais calças e roupas mais escuras. Mas isso foi o destino, seu coração nunca deixou seu gostou refinado de lado.

PersonalidadeEditar

O coração de Giordana era sua melhor qualidade. Ela era extremamente bondosa e arriscava sua própria vida para ajudar um desconhecido. Apesar de se estressar às vezes, seus estresses não passavam de um 'surto de criança mimada'. Não guardava rancores nem mágoas. Já tentou salvar alguns de seus inimigos várias vezes. Era um pouco exagerada, e era péssima quando o assunto era amoroso, nunca foi boa com as palavras e em expor seus sentimentos desta maneira. Era sentimental e chorava com quase tudo. Apesar de ser uma pessoa boa, se viu obrigada a fazer coisas que se arrependeu amargamente, que fizeram feridas eternas nela. Mas, sim, literalmente, Giordana se sacrificaria pelo mundo, ainda mais pelo mundo ser morada do que mais importava a ela; sua família. Giordana zelava pelos bons costumes e pelas regras, apesar de ser péssima em seguir as regras. Zelava pelo primeiro e único amor, apesar de ter tido uns quatro amores. E esses detalhes bagunçavam um pouco sua mente, mas ela insistia em acreditar que aquela era ela, e apesar do destino ser meio improvável, ela iria até o fim com seus gostos e costumes, mesmo por diversas vezes fazendo o oposto.

BackgroundEditar

"Forza e non debole" - Giordana Cenccini

Ciao, sou Giordana Cencini, Dana para os íntimos. Sou de Florença, tenho 30 anos e sou formada em História da Arte e Filosofia, em uma das melhores faculdades da Itália. Vim de uma família bem tradicional de lá, e com isso herdei parte de um museu onde minha família trabalhou durante anos e anos, o Galleria Degli Uffizi, localizado também em Florença. Moro em Florença desde que nasci, e sou apaixonada por esta cidade. Tive uma infância muito tranquila e feliz aqui com meus pais e meus dois irmãos mais velhos, a quem eu amo profundamente; Giovana, a mais velha e Giuliano o do meio. Meus pais, Ignacio Cencini e Cecília já estão aposentados, e eu os visito frequentemente, eles moram com meu irmão do meio que vive para o museu e com isso não se casou. Giovana se casou e mora em Veneza, nos visita todo os finais de semana, seu marido Enzo e meu sobrinho Bernardo a acompanham e é sempre muito bom passar o fim de tarde com toda a família reunida. Meu pai tem 70 anos e minha mãe 65, ela sofre de Alzheimer e precisa de cuidados especiais e de uma enfermeira que fica boa parte do tempo com ela. Meu pai ainda é bem ativo mas deixa quase tudo nas mãos de Giuliano, o único filho homem. Eu diferente de Giovana, sou divorciada. Casei com um dos filhos dos sócios do museu, Vittore. Casei quando tinha 25 anos, porém já namorávamos há sete anos. Ele era amável e eu o considerava um bom marido e amigo, porém ele me enganou com quem eu considerava a minha melhor amiga, que também trabalhava no museu. Eu nunca contei isso para meus pais nem Giuliano, apenas Giovana e dois outros amigos meus sabiam. Não gosto de falar sobre esse triste ocorrido da minha vida, tenho minhas marcas até hoje, principalmente pelo fato de ter perdido meu filho. Eu descobri a traição no apartamento da minha casa e acabei sofrendo um acidente nas escadas de emergência e parei no hospital, e só lá descobri que já estava com dois meses de gestação; acabei perdendo meu bebê e isso eu não esquecerei nunca e nem contarei a ele. A amante do meu ex-marido saiu do museu e nunca mais ouvi falar dela, mas ele continua trabalhando lá, isso é muito desconfortável e brigamos quase sempre em alguma reunião, com isso evito o máximo de me envolver em certos assuntos do museu e acabo passando tudo para Giuliano resolver com os outros. Porém, assim como todos os meus outros problemas, eu enfrentei tudo de queixo erguido, e apesar de não manter uma sadia relação profissional com meu ex-marido, eu continuei morando em nosso apartamento e tento viver a minha vida da melhor maneira possível. Hoje, Vittore além de ser um mentiroso, também é arrogante e implicante, acho que só para me tirar do sério, mas isso me deixa com mais vontade de me ver longe dele... bom, é o que deve ser feito... e nem pensar em investir em outro relacionamento novamente. Trabalho muito e moro sozinha, não quero voltar para casa de meus pais, apesar de passar mais tempo lá do que na minha própria casa. O museu consome quase todo o meu tempo, mas gosto muito do que faço lá, tenho bons amigos como o Gregory e a Marta, e consigo me divertir mesmo nos dias mais cansativos.

Passei um período difícil na minha vida, mas isso me deixou mais forte e determinada. Por enquanto só quero cuidar da minha mãe e do meu pai, amar meus irmãos e meus amigos, pois sem o amor minha vida seria entediante e corrida, e eu prefiro que ela seja apenas corrida. Aprendi a gostar mais de mim e com isso, todos os valores que meus pais já haviam me dado só se acentuaram. Às vezes, me lembro de minha infância feliz, correndo pelo museu com Giovana e Giuliano sempre atrás dizendo que ia contar tudo para papai; eu amava tudo aquilo. Adorava me esconder, brincar de labirintos invisíveis ou de cabra-cega, sempre fui muito boa em achar minha irmã escondida sempre no mesmo lugar: debaixo da Grande Mesa que ficava no segundo quarto da ala oeste, cinco passos e lá estava ela.... Eles sempre foram minha base e meus amuletos. Eu sempre fui muito feliz, e sempre gostei de tratar bem as pessoas ao meu redor e estar cercada de pessoas assim também. E o único momento ruim da minha vida só me ajudou a ter fé em mim e na vida, e sei que mesmo que os dias frios apareçam, sempre haverá um sol quente e aconchegante para iluminar meus dias seguintes, e de tudo que passamos só uma coisa importa: a experiência adquirida em cada queda faz com que nossos próximos passos sejam mais cuidadosos.

RelacionamentosEditar

"Eu estou sobrevivendo." Giordana "E você acha que ele vai te deixar viver?" Phil "Eu não posso viver em mais uma guerra. Não posso ver mais ninguém morrendo. Eu prefiro que seja assim." Giordana

AlucardEditar

Uma relação de amor e ódio. Giordana nunca soube explicar a ligação que eles tinham. Ela não sabia se era amor, pois o amor era algo puro e gostoso de sentir. Isso parecia mais uma maldição; algo forte e escuro que a puxava para ele, mas isso não deixava de ser estranho e bom ao mesmo tempo.

RubzhaülEditar

Sua filha adotiva de temperamento adotivo. O amor era enorme, mas os conflitos por divergência de opinião era muito difícil. Passaram bons momentos juntas, mas o momentos ruins foram maiores. Infelizmente, Dana encerrou da pior forma possível seu relacionamento com Rub, e essa talvez, seja a maior dor que Dana carregou até seus últimos dias.

MerlinEditar

Seu pai de outros tempos. Seu maior conselheiro e amigo, o abraço que Dana sempre recorria em dias frios. Merlin sempre foi muito atencioso e sempre a ajudava como podia com seus conselhos, além de ser seu grande tutor na magia, coisa que Merlin depois passou a não se orgulhar. Apesar dos erros de Merlin, Dana tinha uma confiança enorme nele, e sabia que tudo que ele fazia tinha uma explicação, e que nenhuma seria para o mal de ninguém.

AlanaEditar

No inicio, inimigas; Alana era caçadora e Dana o 'monstro'. Depois se tornaram amigas e depois... Quando Alana passou pela maldição de Merlin e teve seu corpo transformado em um corpo masculino, as duas compartilharam de um relacionamento puro e divertido, mas infelizmente também não acabou bem, e depois disso a relação nunca voltou a ser a mesma. Giordana insistia em prosseguir e avançar na magia, o que desagradava imensamente Alana.

DanteEditar

TristanEditar

LucyEditar

GabrielEditar

JonathanEditar

PhilEditar

Poderes e HabilidadesEditar

GaleriaEditar

FotosEditar

VídeosEditar

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